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Psicologia

Google Ads para psicólogos

Quem procura terapia digita a dor que está sentindo, não o nome da abordagem. É isso que decide se o seu anúncio aparece ou não.

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Por que Google Ads funciona para psicologia

A procura por terapia vem de um momento concreto: uma crise, um diagnóstico, um relacionamento que acabou. O Google é onde essa procura começa.

01 / Queixa

A busca é pela dor

ansiedade, luto, burnout

Quase ninguém busca “psicólogo TCC”. Busca-se “não consigo dormir de ansiedade”. A campanha precisa falar a língua de quem procura.

02 / Alcance

Online muda a praça

duas campanhas, nunca uma

Atendimento por vídeo abre o Brasil inteiro e muda o custo do clique. Misturado com o presencial, o online engole a verba do consultório.

03 / Confiança

Primeiro contato acolhe

quem responde bem, marca

Nessa busca, a pessoa está fragilizada. O tempo e o tom da primeira resposta pesam mais que qualquer detalhe do anúncio.

Como rodamos a sua conta

Da escolha das queixas atendidas ao relatório de contatos, com todo texto aprovado por você.

  1. 01

    Queixas e público

    Definimos quais demandas você atende e como as pessoas escrevem cada uma delas na busca.

  2. 02

    Online e presencial

    Campanhas separadas, com raio, verba e texto próprios para cada formato de atendimento.

  3. 03

    Anúncios dentro da norma

    Texto sem promessa de cura, sem sensacionalismo e sem tabela de preço como chamariz. Você aprova antes de publicar.

  4. 04

    Medição

    Contamos contato recebido, não clique, e separamos por queixa e por formato.

  5. 05

    Ajuste semanal

    Cortamos o que traz contato fora do seu escopo de atendimento e reforçamos o que traz sessão marcada.

Em detalhe: queixa, formato e o que o CFP permite

A pessoa busca a dor, não a técnica

Esse é o erro mais comum nas campanhas de psicologia: anunciar a abordagem. Quem está mal não procura "psicanálise" nem "terapia cognitivo-comportamental". Procura "não consigo parar de pensar", "crise de ansiedade à noite", "terapia para luto", "psicólogo para adolescente".

A campanha que funciona é montada a partir das queixas que você atende, com o vocabulário de quem procura. A abordagem aparece depois, na página, como razão para confiar, não como chamada do anúncio.

Isso também protege a verba. Termo genérico como "psicólogo" atrai desde quem quer terapia até quem procura material de faculdade, e é onde a concorrência é mais cara.

O que o Planejador mostra, e o que ele não mostra

Psicologia é um caso em que os dados de busca vêm incompletos: boa parte do volume que aparece no Planejador é consulta ao CRP e questão de registro profissional, não paciente procurando atendimento.

O caminho é outro: levantar a demanda a partir das queixas que você atende, uma a uma, na sua cidade e no formato online, em vez de confiar no termo genérico. É o que fazemos no diagnóstico, antes de propor qualquer verba.

Um dado que ajuda a calibrar expectativa: "consulta com psicólogo" tem cerca de 1.600 buscas por mês no Brasil, com clique entre R$ 2,47 e R$ 7,72, e "valor consulta psicologia" outras 720. É uma busca de decisão, e é onde vale estar.

Online e presencial são dois negócios

Se você atende por vídeo, sua praça é o Brasil. Se atende no consultório, é a sua cidade. Na mesma campanha, o Google leva a verba para onde é mais barato aparecer, e a agenda do presencial não enche.

Separadas, cada uma tem verba própria e dá para comparar o que interessa: o custo de um paciente online e o de um paciente presencial, que raramente são iguais.

O primeiro contato faz parte da campanha

Nenhuma outra área que atendemos depende tanto do tom da primeira resposta. A pessoa que manda mensagem procurando terapia está fragilizada, e costuma escrever para dois ou três profissionais.

Por isso o trabalho inclui combinar com você como será esse primeiro contato: quem responde, em quanto tempo e com que mensagem inicial. Um anúncio bem feito com resposta fria ou demorada perde a sessão para quem respondeu melhor.

O que o CFP permite anunciar

A publicidade em psicologia segue o Código de Ética Profissional do psicólogo, que veda, entre outras coisas, prometer resultado ou cura, usar o preço como instrumento de concorrência, fazer sensacionalismo e divulgar caso de paciente, mesmo sem identificação, como demonstração de eficácia.

O que resta é suficiente e funciona: demanda atendida, formato do atendimento, credencial com número de inscrição no CRP e como falar com você. Todo texto de anúncio passa por você antes de ir ao ar, porque quem responde pela inscrição é o psicólogo. As regras estão publicadas no site do CFP, e é o texto delas que vale.

Para ler antes de decidir

Perguntas frequentes

Posso anunciar preço da sessão?

O Código de Ética da profissão veda usar o preço como instrumento de concorrência, ou seja, anunciar valor como chamariz contra outros profissionais. Informar o valor a quem pergunta é diferente de transformá-lo no argumento do anúncio.

Posso citar a abordagem que uso?

Pode, e faz sentido na página. No anúncio, porém, quase ninguém busca por abordagem: a pessoa busca pela queixa. A abordagem entra como reforço de credibilidade, não como chamada principal.

Atendo online. Vale anunciar para o Brasil inteiro?

Vale, desde que a campanha de online seja separada da presencial. São concorrências e custos diferentes, e juntas a de maior alcance sempre come a verba da outra.

Quanto tempo até as primeiras sessões?

Os primeiros contatos costumam chegar na primeira semana. A estabilização leva de dois a três meses, tempo em que a campanha aprende quais buscas trazem quem realmente agenda.

Quer encher a agenda sem depender só de indicação?

Conte quais demandas você atende e se o atendimento é online, presencial ou os dois. Devolvemos o custo do clique na sua praça e a verba recomendada. Sem compromisso.

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